Deparei-me hoje com um texto antigo, daqueles que nos trazem memórias que julgamos perdidas.. aquelas que são as primeiras a ser apagadas nas despedidas. Lembrei-me do seu rosto, da sua pele, dos pormenores. Imagino como reagiria se a visse aqui e agora, como seria o reencontro depois destes três anos.
Conheço as suas palavras...
“Estava com medo que tudo mudasse, que estivesses diferente, que aquela Lú não fosse real”.
“Não confias na nossa amizade? Naquilo que nos uniu e une?”
Queria-a aqui, agora, a compartilhar esta minha felicidade. Queria saber se está bem, se precisa de alguma coisa, se está magoada com a distância, a ausência, o silêncio, o meu medo!! Gostava de lhe explicar que eu apenas vivo o presente, que priorizo o que tenho no momento, e que quando isso está longe guardo numa caixinha, daquelas com música e um casal de bailarinos, que vou buscar apenas quando representa tranquilidade... Será que entendia a pessoa que sou hoje e agora, será que ainda dizia que me ama, sem barreiras? Será que confessava que me tinha amado, que me queria amar?
Sei no fundo que estas dúvidas estas questões se dissipariam naquele abraço do reencontro onde as palavras são supérfulas...
Para a Sú...
Espero que saibas isto onde quer que estejas!!
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